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Silvio Ximenes Imobiliária
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Aluguel sobe acima da inflação: vale comprar em BH?
Publicado em 17/Ago/2026
Autor: Lucas Wagner

Aluguel sobe quase o dobro da inflação: comprar um imóvel começa a fazer mais sentido em BH

O custo de morar de aluguel continua avançando em um ritmo que merece atenção de quem vive em Belo Horizonte. Em junho de 2026, os preços anunciados para locação residencial acumulavam alta de 9% em 12 meses, segundo o Índice FipeZAP. No mesmo período, o IPCA acumulava 4,64%. Ou seja, o aluguel subiu quase o dobro da inflação oficial.

Em Belo Horizonte, o movimento foi semelhante: os preços de locação avançaram 8,64% em 12 meses, enquanto o valor médio anunciado chegou a R$ 50,13 por metro quadrado em junho.

Isso não significa que comprar seja automaticamente melhor do que alugar. Mas muda uma conta importante para quem pretende permanecer vários anos no mesmo imóvel: se o aluguel continua consumindo uma parcela crescente da renda, vale comparar esse gasto com o custo de construir patrimônio por meio da compra.

O aluguel em Belo Horizonte está ficando mais caro

A pressão não aparece apenas quando olhamos os últimos 12 meses.

Somente no primeiro semestre de 2026, o aluguel residencial acumulou alta de 5,24% na média das cidades monitoradas pelo FipeZAP, enquanto o IPCA avançou 3,36%. Em Belo Horizonte, a alta dos novos aluguéis foi de 4,40% entre janeiro e junho.

O dado é especialmente importante porque o FipeZAP acompanha preços anunciados para novos contratos, e não simplesmente o reajuste dos contratos que já estão em vigor. Isso faz com que o indicador ajude a mostrar quanto alguém encontra no mercado quando precisa procurar um novo imóvel para alugar.

Na prática, quem deixou um apartamento há dois ou três anos e procura hoje outro imóvel semelhante pode encontrar uma realidade de preços bastante diferente.

E essa diferença varia muito dentro da própria capital.

Na Zona Sul de BH, a localização pesa ainda mais no aluguel

Belo Horizonte não possui um mercado imobiliário uniforme. A dinâmica de bairros como Lourdes, Savassi, Funcionários, Santo Agostinho, Serra, Sion e Buritis é diferente daquela observada em outras regiões da cidade.

Em junho, por exemplo, o FipeZAP apontava alguns dos seguintes valores médios anunciados por metro quadrado:

  • Santo Agostinho: R$ 73,70/m²
  • Savassi: R$ 69,40/m²
  • Belvedere: R$ 67,40/m²
  • Lourdes: R$ 65,70/m²
  • Funcionários: R$ 62,10/m²
  • Buritis: R$ 53,60/m²
  • Serra: R$ 47,20/m²
  • Sion: R$ 45,20/m²

Isso ajuda a explicar por que a discussão entre comprar ou alugar não deve considerar apenas a média de Belo Horizonte.

Uma pessoa que pretende permanecer por muitos anos na região Centro-Sul, por exemplo, precisa avaliar não apenas o aluguel atual, mas também quanto pode desembolsar ao longo dos próximos anos caso os preços continuem sendo pressionados pela demanda.

Então comprar já ficou mais vantajoso do que alugar?

Depende!

Essa talvez seja a parte mais importante da discussão.

A alta dos aluguéis fortalece o argumento da compra, mas não transforma qualquer financiamento em um bom negócio. É preciso comparar situações equivalentes.

Quem paga R$ 3 mil de aluguel não deve simplesmente concluir que uma prestação de R$ 3 mil significa que comprar é melhor.

Na compra entram outros fatores: entrada, juros do financiamento, condomínio, IPTU, seguros, custos de documentação e manutenção do imóvel.

Por outro lado, existe uma diferença estrutural importante.

O aluguel é o pagamento pelo uso do imóvel. A compra envolve um custo de moradia, mas também a formação de patrimônio.

Para quem pretende ficar pouco tempo em Belo Horizonte, precisa de mobilidade profissional ou ainda não possui estabilidade financeira, alugar pode continuar sendo a alternativa mais racional.

Para quem já tem uma reserva para entrada, estabilidade de renda e pretende permanecer vários anos na cidade, a conta merece ser refeita.

Os juros ainda são um obstáculo mas o cenário começou a mudar

Existe outro elemento importante nessa decisão: o financiamento imobiliário.

Em agosto de 2026, o Banco Central reduziu novamente a Selic, levando a taxa básica para 14% ao ano. Mesmo com o início do ciclo de queda, os juros brasileiros continuam elevados, o que ainda pesa sobre o custo do crédito.

Isso cria uma situação interessante para quem pensa em comprar.

De um lado, esperar juros menores pode significar conseguir condições de financiamento melhores no futuro. De outro, enquanto a decisão é adiada, o consumidor continua pagando aluguel justamente em um momento em que os preços das locações vêm crescendo acima da inflação.

Além disso, não existe garantia de que imóveis interessantes permanecerão com os mesmos preços caso o crédito fique mais barato e a demanda por compra aumente.

Por isso, tentar descobrir o “momento perfeito” pode ser menos eficiente do que analisar se a compra já faz sentido para a realidade financeira daquela família.

A conta que o comprador deveria fazer

Imagine uma família que pretende continuar em Belo Horizonte pelos próximos oito ou dez anos.

Nesse caso, olhar apenas para o valor da prestação no primeiro mês pode distorcer a decisão. É mais útil colocar lado a lado:

Cenário 1, continuar alugando: aluguel atual, possíveis reajustes futuros e o total desembolsado durante o período.

Cenário 2, comprar: entrada disponível, prestação inicial, juros, custos da aquisição e patrimônio acumulado ao longo dos anos.

Essa comparação não precisa necessariamente terminar em uma compra. Em alguns casos, ela mostrará justamente que ainda é melhor permanecer no aluguel.

O importante é transformar a decisão em números.

Uma imobiliária em Belo Horizonte que acompanha tanto compra e venda quanto locação pode ajudar justamente nessa leitura, porque conhece não apenas o preço anunciado dos imóveis, mas também as diferenças de demanda entre bairros, tipologias e faixas de valor.

Comprar também pode proteger contra a escalada do custo da moradia

Existe ainda um ponto menos discutido.

Quando uma pessoa compra o imóvel onde pretende morar, parte do risco de valorização futura deixa de trabalhar contra ela.

Quem permanece no aluguel está exposto à evolução dos preços do mercado de locação. Quem possui o próprio imóvel passa a ter um ativo que também pode se valorizar ao longo do tempo.

Isso não elimina custos nem significa que imóveis sempre valorizem acima da inflação. Localização, conservação, condomínio, oferta de novos empreendimentos e transformações urbanas influenciam diretamente o desempenho de cada propriedade.

Mas ajuda a entender por que comprar a própria moradia não deve ser analisado apenas como uma comparação entre “aluguel versus prestação”.

Existe patrimônio envolvido na equação.

Para quem a compra começa a fazer mais sentido em 2026?

O cenário atual merece atenção principalmente de quem já possui uma entrada razoável, tem renda estável e pretende permanecer no mesmo bairro ou região durante vários anos.

Também é relevante para quem percebeu que o aluguel passou a comprometer uma parcela cada vez maior do orçamento.

Nesse caso, pesquisar imóveis em Belo Horizonte dentro de uma faixa compatível com a renda pode ser o primeiro passo para descobrir se existe uma alternativa financeiramente viável.

Isso não significa necessariamente comprar um imóvel igual ao que a pessoa aluga hoje.

Às vezes, a solução está em ajustar metragem, localização, idade do prédio ou número de vagas para encontrar um imóvel que permita uma compra sustentável.

O mercado de BH exige uma análise bairro a bairro

Os números do FipeZAP mostram como essa diferença pode ser significativa.

Em junho de 2026, enquanto o aluguel médio anunciado em Belo Horizonte estava em R$ 50,13/m², bairros como Santo Agostinho e Savassi estavam próximos ou acima de R$ 70/m².

Por isso, conhecer o comportamento local faz diferença.

A Silvio Ximenes acompanha o mercado imobiliário de Belo Horizonte há mais de 75 anos, atravessando diferentes ciclos de juros, crédito e valorização. A avaliação média de 4,9 no Google também ajuda a refletir a experiência construída no atendimento a proprietários, compradores e locatários ao longo desse período.

Mas mesmo com experiência de mercado, não existe uma resposta universal para a pergunta “comprar ou alugar?”.

Existe uma resposta adequada para cada momento financeiro.

O aluguel subiu. Isso não significa correr para comprar significa fazer as contas

Os números mais recentes acendem um sinal importante.

O aluguel residencial avançou 9% em 12 meses no país e 8,64% em Belo Horizonte, enquanto a inflação nacional medida pelo IPCA estava em 4,64% no período encerrado em junho.

Para quem pretende continuar alugando, essa diferença precisa entrar no planejamento financeiro.

Para quem já pensa em comprar, ela cria um motivo adicional para colocar a compra no papel agora, mesmo com os juros ainda elevados.

A melhor decisão não é necessariamente sair do aluguel imediatamente nem esperar indefinidamente por taxas menores. É descobrir quanto custa continuar alugando, quanto custaria comprar e qual dessas escolhas faz mais sentido para os próximos anos da sua vida.

Em um mercado no qual o custo da locação continua avançando acima da inflação, não fazer essa comparação também é uma decisão  e ela pode ficar cada vez mais cara.

Aluguel sobe acima da inflação: vale comprar em BH?
Publicado em 17/Ago/2026
Autor: Lucas Wagner

Aluguel sobe quase o dobro da inflação: comprar um imóvel começa a fazer mais sentido em BH

O custo de morar de aluguel continua avançando em um ritmo que merece atenção de quem vive em Belo Horizonte. Em junho de 2026, os preços anunciados para locação residencial acumulavam alta de 9% em 12 meses, segundo o Índice FipeZAP. No mesmo período, o IPCA acumulava 4,64%. Ou seja, o aluguel subiu quase o dobro da inflação oficial.

Em Belo Horizonte, o movimento foi semelhante: os preços de locação avançaram 8,64% em 12 meses, enquanto o valor médio anunciado chegou a R$ 50,13 por metro quadrado em junho.

Isso não significa que comprar seja automaticamente melhor do que alugar. Mas muda uma conta importante para quem pretende permanecer vários anos no mesmo imóvel: se o aluguel continua consumindo uma parcela crescente da renda, vale comparar esse gasto com o custo de construir patrimônio por meio da compra.

O aluguel em Belo Horizonte está ficando mais caro

A pressão não aparece apenas quando olhamos os últimos 12 meses.

Somente no primeiro semestre de 2026, o aluguel residencial acumulou alta de 5,24% na média das cidades monitoradas pelo FipeZAP, enquanto o IPCA avançou 3,36%. Em Belo Horizonte, a alta dos novos aluguéis foi de 4,40% entre janeiro e junho.

O dado é especialmente importante porque o FipeZAP acompanha preços anunciados para novos contratos, e não simplesmente o reajuste dos contratos que já estão em vigor. Isso faz com que o indicador ajude a mostrar quanto alguém encontra no mercado quando precisa procurar um novo imóvel para alugar.

Na prática, quem deixou um apartamento há dois ou três anos e procura hoje outro imóvel semelhante pode encontrar uma realidade de preços bastante diferente.

E essa diferença varia muito dentro da própria capital.

Na Zona Sul de BH, a localização pesa ainda mais no aluguel

Belo Horizonte não possui um mercado imobiliário uniforme. A dinâmica de bairros como Lourdes, Savassi, Funcionários, Santo Agostinho, Serra, Sion e Buritis é diferente daquela observada em outras regiões da cidade.

Em junho, por exemplo, o FipeZAP apontava alguns dos seguintes valores médios anunciados por metro quadrado:

  • Santo Agostinho: R$ 73,70/m²
  • Savassi: R$ 69,40/m²
  • Belvedere: R$ 67,40/m²
  • Lourdes: R$ 65,70/m²
  • Funcionários: R$ 62,10/m²
  • Buritis: R$ 53,60/m²
  • Serra: R$ 47,20/m²
  • Sion: R$ 45,20/m²

Isso ajuda a explicar por que a discussão entre comprar ou alugar não deve considerar apenas a média de Belo Horizonte.

Uma pessoa que pretende permanecer por muitos anos na região Centro-Sul, por exemplo, precisa avaliar não apenas o aluguel atual, mas também quanto pode desembolsar ao longo dos próximos anos caso os preços continuem sendo pressionados pela demanda.

Então comprar já ficou mais vantajoso do que alugar?

Depende!

Essa talvez seja a parte mais importante da discussão.

A alta dos aluguéis fortalece o argumento da compra, mas não transforma qualquer financiamento em um bom negócio. É preciso comparar situações equivalentes.

Quem paga R$ 3 mil de aluguel não deve simplesmente concluir que uma prestação de R$ 3 mil significa que comprar é melhor.

Na compra entram outros fatores: entrada, juros do financiamento, condomínio, IPTU, seguros, custos de documentação e manutenção do imóvel.

Por outro lado, existe uma diferença estrutural importante.

O aluguel é o pagamento pelo uso do imóvel. A compra envolve um custo de moradia, mas também a formação de patrimônio.

Para quem pretende ficar pouco tempo em Belo Horizonte, precisa de mobilidade profissional ou ainda não possui estabilidade financeira, alugar pode continuar sendo a alternativa mais racional.

Para quem já tem uma reserva para entrada, estabilidade de renda e pretende permanecer vários anos na cidade, a conta merece ser refeita.

Os juros ainda são um obstáculo mas o cenário começou a mudar

Existe outro elemento importante nessa decisão: o financiamento imobiliário.

Em agosto de 2026, o Banco Central reduziu novamente a Selic, levando a taxa básica para 14% ao ano. Mesmo com o início do ciclo de queda, os juros brasileiros continuam elevados, o que ainda pesa sobre o custo do crédito.

Isso cria uma situação interessante para quem pensa em comprar.

De um lado, esperar juros menores pode significar conseguir condições de financiamento melhores no futuro. De outro, enquanto a decisão é adiada, o consumidor continua pagando aluguel justamente em um momento em que os preços das locações vêm crescendo acima da inflação.

Além disso, não existe garantia de que imóveis interessantes permanecerão com os mesmos preços caso o crédito fique mais barato e a demanda por compra aumente.

Por isso, tentar descobrir o “momento perfeito” pode ser menos eficiente do que analisar se a compra já faz sentido para a realidade financeira daquela família.

A conta que o comprador deveria fazer

Imagine uma família que pretende continuar em Belo Horizonte pelos próximos oito ou dez anos.

Nesse caso, olhar apenas para o valor da prestação no primeiro mês pode distorcer a decisão. É mais útil colocar lado a lado:

Cenário 1, continuar alugando: aluguel atual, possíveis reajustes futuros e o total desembolsado durante o período.

Cenário 2, comprar: entrada disponível, prestação inicial, juros, custos da aquisição e patrimônio acumulado ao longo dos anos.

Essa comparação não precisa necessariamente terminar em uma compra. Em alguns casos, ela mostrará justamente que ainda é melhor permanecer no aluguel.

O importante é transformar a decisão em números.

Uma imobiliária em Belo Horizonte que acompanha tanto compra e venda quanto locação pode ajudar justamente nessa leitura, porque conhece não apenas o preço anunciado dos imóveis, mas também as diferenças de demanda entre bairros, tipologias e faixas de valor.

Comprar também pode proteger contra a escalada do custo da moradia

Existe ainda um ponto menos discutido.

Quando uma pessoa compra o imóvel onde pretende morar, parte do risco de valorização futura deixa de trabalhar contra ela.

Quem permanece no aluguel está exposto à evolução dos preços do mercado de locação. Quem possui o próprio imóvel passa a ter um ativo que também pode se valorizar ao longo do tempo.

Isso não elimina custos nem significa que imóveis sempre valorizem acima da inflação. Localização, conservação, condomínio, oferta de novos empreendimentos e transformações urbanas influenciam diretamente o desempenho de cada propriedade.

Mas ajuda a entender por que comprar a própria moradia não deve ser analisado apenas como uma comparação entre “aluguel versus prestação”.

Existe patrimônio envolvido na equação.

Para quem a compra começa a fazer mais sentido em 2026?

O cenário atual merece atenção principalmente de quem já possui uma entrada razoável, tem renda estável e pretende permanecer no mesmo bairro ou região durante vários anos.

Também é relevante para quem percebeu que o aluguel passou a comprometer uma parcela cada vez maior do orçamento.

Nesse caso, pesquisar imóveis em Belo Horizonte dentro de uma faixa compatível com a renda pode ser o primeiro passo para descobrir se existe uma alternativa financeiramente viável.

Isso não significa necessariamente comprar um imóvel igual ao que a pessoa aluga hoje.

Às vezes, a solução está em ajustar metragem, localização, idade do prédio ou número de vagas para encontrar um imóvel que permita uma compra sustentável.

O mercado de BH exige uma análise bairro a bairro

Os números do FipeZAP mostram como essa diferença pode ser significativa.

Em junho de 2026, enquanto o aluguel médio anunciado em Belo Horizonte estava em R$ 50,13/m², bairros como Santo Agostinho e Savassi estavam próximos ou acima de R$ 70/m².

Por isso, conhecer o comportamento local faz diferença.

A Silvio Ximenes acompanha o mercado imobiliário de Belo Horizonte há mais de 75 anos, atravessando diferentes ciclos de juros, crédito e valorização. A avaliação média de 4,9 no Google também ajuda a refletir a experiência construída no atendimento a proprietários, compradores e locatários ao longo desse período.

Mas mesmo com experiência de mercado, não existe uma resposta universal para a pergunta “comprar ou alugar?”.

Existe uma resposta adequada para cada momento financeiro.

O aluguel subiu. Isso não significa correr para comprar significa fazer as contas

Os números mais recentes acendem um sinal importante.

O aluguel residencial avançou 9% em 12 meses no país e 8,64% em Belo Horizonte, enquanto a inflação nacional medida pelo IPCA estava em 4,64% no período encerrado em junho.

Para quem pretende continuar alugando, essa diferença precisa entrar no planejamento financeiro.

Para quem já pensa em comprar, ela cria um motivo adicional para colocar a compra no papel agora, mesmo com os juros ainda elevados.

A melhor decisão não é necessariamente sair do aluguel imediatamente nem esperar indefinidamente por taxas menores. É descobrir quanto custa continuar alugando, quanto custaria comprar e qual dessas escolhas faz mais sentido para os próximos anos da sua vida.

Em um mercado no qual o custo da locação continua avançando acima da inflação, não fazer essa comparação também é uma decisão  e ela pode ficar cada vez mais cara.