Silvio Ximenes Imobiliária
Silvio Ximenes Imobiliária
Comprar um imóvel na planta costuma ser uma estratégia interessante para quem deseja mais flexibilidade no pagamento e a possibilidade de adquirir um imóvel antes da valorização da região. Em bairros como Santo Agostinho, Gutierrez, Buritis, Sion, Serra e Vila da Serra, esse modelo é bastante comum e atrai tanto moradores quanto investidores.
Mas existe uma dúvida que aparece com frequência durante as negociações: afinal, por que o valor das parcelas pode aumentar ao longo da obra?
A resposta está na forma como esse tipo de contrato é estruturado e nos índices utilizados para acompanhar a evolução dos custos da construção civil.
Durante a fase de construção, a maioria dos contratos utiliza o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) como referência para atualização dos valores.
Esse índice é calculado mensalmente pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e acompanha a variação dos custos da construção civil, considerando fatores como:
Na prática, isso significa que, conforme o custo para construir aumenta, o saldo devedor também recebe essa atualização prevista em contrato.
É importante destacar que esse reajuste não representa um aumento decidido pela construtora de forma unilateral. Trata-se de uma regra contratual amplamente utilizada no mercado imobiliário brasileiro.
Nem sempre.
O reajuste depende da variação mensal do INCC. Em alguns períodos, o índice apresenta pouca oscilação. Em outros, especialmente quando há aumento no preço dos materiais ou da mão de obra, a atualização pode ser mais perceptível.
Foi exatamente isso que aconteceu entre 2020 e 2022, quando o setor da construção registrou forte alta nos custos. Atualmente, o comportamento do índice voltou a níveis mais moderados, mas continua sendo um fator importante para quem compra um imóvel ainda em construção.
Por isso, é fundamental que o comprador considere essa variação no planejamento financeiro, em vez de analisar apenas o valor da parcela apresentado no momento da assinatura do contrato.
Essa é uma dúvida bastante comum.
Após a conclusão da obra, normalmente deixa de existir o reajuste pelo INCC. A partir desse momento, o saldo devedor costuma passar para outra etapa da operação.
Dependendo do empreendimento e da forma de pagamento escolhida, isso pode acontecer de diferentes maneiras:
Quando o comprador opta pelo financiamento, o banco assume o saldo restante conforme as condições aprovadas na análise de crédito.
Nesse momento, passam a valer as regras do contrato firmado com a instituição financeira.
Em alguns empreendimentos, parte do saldo permanece sendo paga diretamente à construtora, seguindo os critérios estabelecidos no contrato.
Cada incorporação possui características próprias, por isso é importante entender exatamente como funcionará essa transição antes da compra.
Na maioria dos casos, sim.
Quem compra na planta costuma encontrar vantagens que dificilmente estão disponíveis em imóveis prontos.
Entre elas estão:
Ao mesmo tempo, é indispensável considerar que o planejamento financeiro deve incluir os reajustes previstos durante a execução da obra.
Essa visão evita surpresas e torna a compra muito mais segura.
Antes de assinar qualquer contrato, vale a pena observar alguns pontos que fazem diferença no longo prazo.
Procure entender:
Também faz diferença contar com o apoio de uma imobiliária em Belo Horizonte que conheça o mercado local e possa explicar cada etapa da negociação com clareza, ajudando o comprador a comparar empreendimentos e interpretar corretamente as condições do contrato.
Ao procurar imóveis em Belo Horizonte, é natural que a localização, a planta e o valor chamem mais atenção. No entanto, compreender como as parcelas serão atualizadas durante a construção é um aspecto que influencia diretamente o planejamento financeiro.
Depois de mais de 75 anos acompanhando o mercado imobiliário de Belo Horizonte, fica evidente que compradores bem informados tomam decisões mais tranquilas e conseguem aproveitar melhor as oportunidades disponíveis.
No fim das contas, comprar um imóvel na planta não significa apenas escolher onde você vai morar no futuro. Significa entender como cada etapa da negociação funciona para que a valorização do patrimônio venha acompanhada de previsibilidade e segurança financeira.
Comprar um imóvel na planta costuma ser uma estratégia interessante para quem deseja mais flexibilidade no pagamento e a possibilidade de adquirir um imóvel antes da valorização da região. Em bairros como Santo Agostinho, Gutierrez, Buritis, Sion, Serra e Vila da Serra, esse modelo é bastante comum e atrai tanto moradores quanto investidores.
Mas existe uma dúvida que aparece com frequência durante as negociações: afinal, por que o valor das parcelas pode aumentar ao longo da obra?
A resposta está na forma como esse tipo de contrato é estruturado e nos índices utilizados para acompanhar a evolução dos custos da construção civil.
Durante a fase de construção, a maioria dos contratos utiliza o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) como referência para atualização dos valores.
Esse índice é calculado mensalmente pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e acompanha a variação dos custos da construção civil, considerando fatores como:
Na prática, isso significa que, conforme o custo para construir aumenta, o saldo devedor também recebe essa atualização prevista em contrato.
É importante destacar que esse reajuste não representa um aumento decidido pela construtora de forma unilateral. Trata-se de uma regra contratual amplamente utilizada no mercado imobiliário brasileiro.
Nem sempre.
O reajuste depende da variação mensal do INCC. Em alguns períodos, o índice apresenta pouca oscilação. Em outros, especialmente quando há aumento no preço dos materiais ou da mão de obra, a atualização pode ser mais perceptível.
Foi exatamente isso que aconteceu entre 2020 e 2022, quando o setor da construção registrou forte alta nos custos. Atualmente, o comportamento do índice voltou a níveis mais moderados, mas continua sendo um fator importante para quem compra um imóvel ainda em construção.
Por isso, é fundamental que o comprador considere essa variação no planejamento financeiro, em vez de analisar apenas o valor da parcela apresentado no momento da assinatura do contrato.
Essa é uma dúvida bastante comum.
Após a conclusão da obra, normalmente deixa de existir o reajuste pelo INCC. A partir desse momento, o saldo devedor costuma passar para outra etapa da operação.
Dependendo do empreendimento e da forma de pagamento escolhida, isso pode acontecer de diferentes maneiras:
Quando o comprador opta pelo financiamento, o banco assume o saldo restante conforme as condições aprovadas na análise de crédito.
Nesse momento, passam a valer as regras do contrato firmado com a instituição financeira.
Em alguns empreendimentos, parte do saldo permanece sendo paga diretamente à construtora, seguindo os critérios estabelecidos no contrato.
Cada incorporação possui características próprias, por isso é importante entender exatamente como funcionará essa transição antes da compra.
Na maioria dos casos, sim.
Quem compra na planta costuma encontrar vantagens que dificilmente estão disponíveis em imóveis prontos.
Entre elas estão:
Ao mesmo tempo, é indispensável considerar que o planejamento financeiro deve incluir os reajustes previstos durante a execução da obra.
Essa visão evita surpresas e torna a compra muito mais segura.
Antes de assinar qualquer contrato, vale a pena observar alguns pontos que fazem diferença no longo prazo.
Procure entender:
Também faz diferença contar com o apoio de uma imobiliária em Belo Horizonte que conheça o mercado local e possa explicar cada etapa da negociação com clareza, ajudando o comprador a comparar empreendimentos e interpretar corretamente as condições do contrato.
Ao procurar imóveis em Belo Horizonte, é natural que a localização, a planta e o valor chamem mais atenção. No entanto, compreender como as parcelas serão atualizadas durante a construção é um aspecto que influencia diretamente o planejamento financeiro.
Depois de mais de 75 anos acompanhando o mercado imobiliário de Belo Horizonte, fica evidente que compradores bem informados tomam decisões mais tranquilas e conseguem aproveitar melhor as oportunidades disponíveis.
No fim das contas, comprar um imóvel na planta não significa apenas escolher onde você vai morar no futuro. Significa entender como cada etapa da negociação funciona para que a valorização do patrimônio venha acompanhada de previsibilidade e segurança financeira.


